Personal Brand Model Canvas
Dez anos depois do Brand Model Canvas original, a mesma lógica aplicada a quem mais precisa de clareza estratégica: a pessoa.
Desde 2010, usamos o canvas com empresas para organizar o que a marca é, para quem serve, o que promete e como se comporta. O modelo conecta cultura interna e oferta externa numa só conversa. O que descobrimos ao longo desses anos é que a pergunta que trava o canvas de empresa é exatamente a mesma que trava o profissional na virada de carreira: o que represento, para quem, e por que alguém deveria escolher isso?
O Personal Brand Model Canvas adapta as seis dimensões do canvas original para a trajetória individual: foco no usuário, troca de valor, relacionamentos, cultura, estilo e posicionamento. A estrutura é a mesma. O que muda é o sujeito.
A lógica de uso é direta. Antes de preencher qualquer campo, você precisa saber com quem está falando e o que quer construir. Não porque seja uma regra de manual, mas porque sem isso o canvas vira exercício de auto-admiração. A clareza começa na pergunta: para quem esta marca existe?
O que o canvas faz bem é forçar a conversa entre o que você acredita e o que o mercado percebe. Campos como lado luz e lado sombra, herança e estilo, oferta e tom de voz revelam tensões que, quando nomeadas, viram decisão.
O template está disponível gratuitamente na página do Brand Model Canvas, junto com o canvas original e outros cinco modelos do toolkit da Binky. Se quiser preencher com alguém para fazer as perguntas certas, a primeira conversa dura 45 minutos e não custa nada. Fale com a Binky.
Publicado originalmente no LinkedIn em 20 fev 2024.