Quem conduz

Método ajuda. Repertório decide a próxima pergunta.

Em uma imersão, a sala muda a cada resposta. Por isso, quem facilita precisa reconhecer conflitos, organizar evidências e saber a hora de abrir, fechar ou reformular uma pergunta.

Time
Retrato de Fátima Rendeiro

Fátima Rendeiro

Facilitação, comunicação e futuros
Mais de 25 anos em estratégia de mídia para grandes anunciantes, oito deles como pesquisadora do Copenhagen Institute for Futures Studies. Mestra em Gestão da Economia Criativa pela ESPM e Caboré 2013 de Melhor Profissional de Mídia. Na sala, traz repertório de mercado e leitura de cenários de futuro.
Retrato de Marcelo Nascimento

Marcelo Nascimento

Branding, IA e facilitação
Estrategista de marca, designer e facilitador. Autor do Brand Model Canvas e fundador da Binky. Participou de projetos para organizações como Itaú, Ipiranga, Petrobras, Disney e Coca-Cola. Foi consultor do Instituto Gênesis da PUC-Rio, professor no IED e membro associado do Copenhagen Institute for Futures Studies.
Retrato de Fernanda Lima

Fernanda Lima

Facilitação, inovação e design estratégico
Há oito anos na Binky, entre facilitação, inovação e design estratégico. Comunicação Social pela PUC-Rio, master em Branding pelo IED e formação em varejo e comportamento do consumidor pela Fundação Dom Cabral. Na sala, organiza o processo e traz repertório de serviços e consumo.
Retrato de Husseyn Alaouieh

Husseyn Alaouieh

Facilitação, tecnologia e IA
Dez anos de facilitação e capacitação, vinte como programador. Desenvolveu projetos de inovação, software e branding de startups a grandes empresas, incluindo o laboratório de inovação do MPF no Rio de Janeiro. Na sala, une método ágil, andragogia e a experiência de mestre de RPG: grupos diferentes, um objetivo comum.
Retrato de Artur Kja

Artur Kja

Facilitação, inovação e IA
Mais de 25 anos entre arte, design e educação. Conduziu programas de inovação em organizações como Shell, Casa Firjan e Casa Civil do RJ. Consultor no Instituto Gênesis da PUC-Rio, professor de MBA em IA generativa no Senac RJ e três vezes eleito melhor professor de branding no IED. Na sala, traz a sensibilidade de artista premiado para destravar grupos.
Quem entra em cada ciclo

A sala tem quatro papéis, cada um com trabalho definido.

Facilitação Binky

Duas pessoas: uma conduz o método, outra registra e sintetiza. Na imersão de cinco dias, presentes do início ao fim.

Squad do cliente

Oito a doze pessoas de áreas diferentes, incluindo quem executa. Na imersão de cinco dias, a dedicação é integral na semana; em formatos mais curtos, o tempo se ajusta ao escopo.

Sponsor

Quem pode dizer sim. Presença obrigatória na abertura e no fechamento.

Especialistas convidados

Entram por sessão, quando o desafio pede conhecimento que ninguém na sala tem.

Como facilitamos

Facilitar é decidir, ao vivo, qual pergunta vem depois.

O método não é roteiro fechado. É um conjunto de decisões de condução que a gente toma com a sala em movimento.

Pergunta antes de resposta

Toda sessão começa com uma pergunta escrita na parede. Enquanto ela não estiver clara, ninguém propõe solução. É o que separa reunião de imersão.

Evidência antes de opinião

Entrevista, campo e dado entram antes do brainstorming. Quando a hipótese pisa no chão, a discussão muda: quem ganha é o argumento, não o cargo.

Divergir e convergir com hora marcada

Abrir ideias e fechar decisão são momentos diferentes, anunciados em voz alta. Grupo que diverge e converge ao mesmo tempo não sai do lugar.

Silêncio e voto

Trabalho individual antes da conversa em grupo, e votação antes do debate. Assim a ideia do mais falante não vira consenso por cansaço.

Conflito bom, com método

Discordância é matéria-prima. O papel da facilitação é manter o conflito no problema e fora das pessoas.

Nada sai sem dono e data

Cada decisão fechada recebe responsável e prazo ainda dentro da sala. Sem isso, a semana produz material e nenhuma mudança.

O artefato fica visível

O que se decide vira parede, canvas ou quadro, não ata de reunião. O grupo precisa ver o raciocínio inteiro ao mesmo tempo.

O método fica instalado

Ferramentas, roteiros e acordos de decisão ficam com o cliente. Consultoria boa não cria dependência, cria autonomia. Trilhas e capacitações para o seu time →
Especialistas convidados

Ninguém sabe tudo. Por isso a sala abre.

Quando o desafio exige conhecimento que ninguém na sala tem, convidamos quem tem. Especialista entra por sessão, com pergunta preparada e hora marcada, e sai. O especialista informa a decisão. Não ocupa o lugar do time nem transforma a imersão em palestra.

Por sessão, não por projeto
Entra para responder uma pergunta específica, num bloco de duas a três horas, e o squad segue com a decisão.
Preparado pelo squad
As perguntas são escritas antes pelo time do cliente. Especialista não faz palestra: responde ao que trava a decisão.
De dentro e de fora
Pode ser alguém da própria empresa que ninguém tinha chamado, um parceiro da nossa rede ou um profissional do setor.
A decisão continua com o time
A opinião do especialista entra como evidência, com o mesmo peso do campo e da entrevista. Ela informa, não decide.
Especialista participando de sessão de facilitação
Nossa rede

Relações acadêmicas e profissionais que ampliam o repertório da Binky.

Copenhagen Institute for Futures Studies
Método e repertório de estudos de futuros.
Instituto Gênesis · PUC-Rio
Sede desde 2013 e mentoria das empresas incubadas.
IED · Istituto Europeo di Design
Formação e intercâmbio de prática de design.
PUC-Rio
Parceria acadêmica desde 2013.
Como usamos o nosso próprio método para desenhar cursos e trilhas de aprendizagem.
Time Binky facilitando sessão com participantes

Quer saber quem estaria na sua sala?

O squad é montado por desafio, não por disponibilidade. Na sessão de enquadramento eu já digo quem conduziria.

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