Um século de marca transformado em critérios compartilhados de decisão.
Como poderíamos construir os atributos estratégicos que sirvam de alicerce para a futura narrativa da marca?
anos de história. O marco que revelou o que faltava
colaboradores e especialistas no processo
encontros presenciais e remotos entre Rio e São Paulo
toolkit exclusivo de apoio à decisão estratégica
O Itaú tinha propriedade de cor, fonte, som e gestos. Identidade visual consolidada em seis décadas, presença publicitária dominante, R$ 2,9 trilhões em ativos, 70 milhões de clientes. Faltava base declarada de crenças, princípios e atributos estratégicos que sustentassem tudo isso internamente. O banco percebeu isso aos 100 anos, antes de qualquer ruptura, e esse é um dos maiores méritos do projeto.
Informação pública: ativos e clientesForça visual e publicitária consolidadas, sem base declarada de crenças e princípios.
Marca que cresceu acumulando propriedades perceptuais, sem legado de direção compartilhado.
Como fazer o movimento sem impor método externo nem gerar mais um documento que morre na gaveta?
Como a sala foi conduzida.
Escuta
Conversas com quem constrói a marca no dia a dia, sem filtro de hierarquia e sem resposta certa esperada.
Imersões co-criativas
Mais de 30 entre colaboradores e especialistas. Ferramentas estratégico-visuais desenhadas sob medida.
Construção dos atributos
O que a marca é no seu melhor e o que vira quando perde a mão. Atributos que refletem a verdade, não a aspiração.
Plataforma estratégica
Personalidade, tom de voz, proposta de valor, crenças e princípios, num kit que entra na rotina. Conheça a ferramenta →
Vídeos do processo.
Sustentar a marca em atributos declarados, construídos de dentro.
O grupo escolheu definir crenças, princípios, personalidade e tom de voz com quem constrói a marca no dia a dia, em vez de importar um posicionamento pronto de fora. O que segue abaixo é o que registrou essa escolha.
O que ficou na mesa.
Atributos estratégicos, personalidade e tom de voz consolidados num toolkit de apoio à decisão.
Toolkit que roda sem empurrão
Aplicado nas narrativas da marca porque fez sentido para quem executa. Nasceu de dentro.
Linguagem comum instalada
Atributos viraram referência comum entre quem constrói a marca, sem reunião de calibragem.
Nova forma de olhar para si
Clareza de propósito que permite consistência mesmo em contextos de mudança.
Design como pensamento
Design não foi estética. Foi processo e tradução, para construir entendimento coletivo.
É um trabalho sem precedentes na história da marca do Banco. Tudo que a gente fez até agora foi com muita intuição, foi com muito talento, mas organizar tudo isso, já com um olhar de futuro, é algo absurdamente importante.
Essa atividade, esse movimento que a gente vem fazendo, é uma ação real e prática da cultura que queremos construir para esse banco.
Reposicionamento não se impõe. Se constrói.
Toda marca chega num ponto em que precisa parar, olhar para dentro e alinhar discurso com prática. Esse momento não é fraqueza, é maturidade. Mesmo com todos os recursos, a força real nasce da coerência interna.
Esse alicerce nasce na Plataforma Estratégica de Marca.
Cinco dias de imersão com o seu time para decidir propósito, promessa, posicionamento e tom de voz.
Veja como funciona a Plataforma de Marca →